Sempre quisémos ter dois filhos com um intervalo suficientemente longo para não ser uma sobrecarga muito grande, mas suficientemente curto para o Gui não desse conta que alguma vez fora filho único. E foi assim que, dois anos depois nasceu o Henrique.
Qualquer um deles é perfeito, saudável, muitointeligente (e com personalidades bem vincadas).
E estávamos felizes os quatro... Totalmente despreocupados... Até que, nos finais de Fevereiro comecei a sentir-me enjoada, sempre enfartada, cada vez que comia. Fizémos pesquisas, demos voltas à cabeça para perceber o que se passava comigo. Nunca nos passou pela cabeça que pudesse estar grávida. Os progressos da ciência em termos de contracepção não ajudaram em nada. E no dia 3 de Março resolvemos fazer um teste de gravidez, para excluir essa hipótese do rol de problemas físicos que poderiam explicar a minha má disposição. O choque foi grande quando os meus receios se revelaram reais com o aparecimento dos dois tracinhos cor-de-rosa... Estava grávida. E esperamos a Inês para finais de Setembro (em princícpio...).
Não sou mal agradecida... Adoro os meus filhos, adoro estar grávida e se pudesse, teria um rancho de filhos. Mas três? Assim, de repente??? Não estava nada à espera... Mas estou feliz, obviamente. Sobretudo porque depois dos principes, vem aí uma princesinha (ou uma príncepa, como sempre me chamou o meu tio).
Logo se vê como vamos dar conta do recado. A ver se não dão eles conta do nosso juízo...;)
Qualquer um deles é perfeito, saudável, muitointeligente (e com personalidades bem vincadas).
E estávamos felizes os quatro... Totalmente despreocupados... Até que, nos finais de Fevereiro comecei a sentir-me enjoada, sempre enfartada, cada vez que comia. Fizémos pesquisas, demos voltas à cabeça para perceber o que se passava comigo. Nunca nos passou pela cabeça que pudesse estar grávida. Os progressos da ciência em termos de contracepção não ajudaram em nada. E no dia 3 de Março resolvemos fazer um teste de gravidez, para excluir essa hipótese do rol de problemas físicos que poderiam explicar a minha má disposição. O choque foi grande quando os meus receios se revelaram reais com o aparecimento dos dois tracinhos cor-de-rosa... Estava grávida. E esperamos a Inês para finais de Setembro (em princícpio...).
Não sou mal agradecida... Adoro os meus filhos, adoro estar grávida e se pudesse, teria um rancho de filhos. Mas três? Assim, de repente??? Não estava nada à espera... Mas estou feliz, obviamente. Sobretudo porque depois dos principes, vem aí uma princesinha (ou uma príncepa, como sempre me chamou o meu tio).
Logo se vê como vamos dar conta do recado. A ver se não dão eles conta do nosso juízo...;)
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